Ondas de plasmas que atingem o planeta.

Por Thais Rocholi

Numa outra era, o mundo experimentou passar por condições apocalípticas que se desencadeou por uma inversão do campo magnético do sol.

Esta grande reversão dos campos magnéticos de acordo com a teoria geocêntrica, que defende que a terra está no centro do sistema solar e os astros orbitam ao redor dela ao longo de um círculo, uma teoria diferente da que é ensinada nas escolas, porém defendida pela Igreja Católica por mais de 1400 anos tem respaldo bíblico.

Conforme as mudanças dos campos magnéticos houve uma série de eventos dramáticos que gerou consequências terríveis para o nosso planeta. Pode até parecer enredo de um filme de terror quando pensamos que a camada de ozônio foi destruída, as tempestades elétricas assolaram os trópicos, ventos solares geraram as auroras, o vento polar se espalhou pelas Américas, camadas de gelo e geleiras surgiram e os padrões climáticos mudaram violentamente.

Durante esses eventos climáticos, a vida na Terra foi exposta à intensa luz ultravioleta e não tem como discordar de que os neandertais e os dinossauros foram extintos.

O Brasil e vários lugares do mundo tem sofrido com enchentes, deslizamentos de terras, terremotos… vulcões, onda de calor intenso no Hemisfério Norte, afetando o desequilíbrio climático de todo o mundo. O verão está cada vez mais quente e o inverno cada vez mais frio, isso acontece por causa da intensidade do sol. Esse modelo geocêntrico revela que o sol está esquentando e nada tem a ver com o metano produzido por vacas, ideia tão defendida pelos veganos.

A atividade do Sol ocorre em ciclos solares, pois grande parte da natureza tempestuosa do Sol vem de seu núcleo. Em seu núcleo está um gás denso e eletricamente carregado. O gás eletricamente carregado é uma forma especial de matéria chamada plasma. Este plasma turvo e fervente gera o poderoso campo magnético do Sol. No Sol, no entanto, os campos magnéticos são muito mais desorganizados do que na Terra.

A cada 11 anos, o campo magnético do Sol dá uma virada. Em outras palavras, o Polo Norte se torna o Polo Sul e vice-versa.

Essa virada é um aspecto do ciclo de atividade de aproximadamente 11 anos que o Sol experimenta à medida que seu campo magnético evolui lentamente ao longo do tempo.

Quem trabalha na praia durante o verão tem percebido que o Sol tem castigado a pele, o cansaço é maior não por causa do trabalho, mas por causa das explosões solares que estão em constante movimento na atmosfera do sol atuando como uma tampa de panela que suga toda a energia. Em muitos lugares do Brasil tivemos dias muito frios com chuvas torrenciais, cujos efeitos foram drásticos com os desastres ambientais no mês de dezembro de 2021 e início do ano 2022, destruindo casas, negócios e vidas inteiras que ficaram desprotegidas.

Nossos pais observavam que há mais ou menos 30 anos, as estrelas variavam em brilhos. Como o Sol é uma estrela, era natural perguntar se o brilho dele poderia variar, trazendo períodos mais frios ou mais quentes na Terra. Quanto a isso, percebe-se a evidência de uma conexão entre o Sol e o clima, mesmo com poucas manchas solares havia períodos de seca em muitos lugares.

E com as manchas aumentando, a tendência é de que a variação do brilho diminua nesse ciclo regular de 11 anos. Estas manchas solares refletem um tipo de tempestade na superfície do Sol, uma atividade violenta que afeta fortemente o campo magnético da Terra.

No Hemisfério Norte vai ser o ano inteiro verão e no Hemisfério Sul será inverno além do normal e está cada vez mais frequente os desastres ambientais. Os problemas vão afetar não apenas a falta de resistência ao calor ou ao frio, mas danos à agricultura que não resistirá à seca, prejudicando também os animais, o que afeta a cadeia alimentar.

Como se planejar para resistir às dificuldades?

Peça orientação de Deus para a sua vida de modo a ter um plano à curto e longo prazo, investindo em bens tangíveis para uma vida sustentável em que você possa produzir e colher seu alimento cultivando alguma coisa num pedaço de terra para ter algo como meio de troca nos tempos difíceis.

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