Faça sua desintoxicação e entregue o governo de sua vida a Cristo.

Por Thais Rocholi

Você sabe que cresce a carga de notícias a cada dia e nosso cérebro tenta trabalhar a informação que se processa com a perda da capacidade de pensar e sentir. Nesse sentido, as pessoas se afastam das outras por causa da carga de estresse e obrigações, metas mensais, valores a levantar, contas a pagar… e muito tempo de entretenimento em vídeos.

As preferências por vídeos dizem respeito aos traços de personalidade e necessidades psicológicas que carregamos. Quanto mais brutas são as pessoas, menor a utilização da inteligência para a escolha de uma boa música. Você já parou para pensar no por quê tantas pessoas gostam de funk? O que pode habitar na mentalidade dessas pessoas? Pessoas mais reflexivas têm interesses em ouvir blues, jazz e música clássica. Não há dúvidas de que pela música que ouvimos, nos concentramos nos efeitos de nossas atitudes e temperamentos. Através da música, a sua preferência com relação a estilos musicais expressam a sua própria personalidade.  

Por milhares de anos, as pessoas desistiram repetidamente de comida e bebida. Não porque fossem pobres demais para se sustentarem, mas porque estavam jejuando voluntariamente.

Ainda hoje e mais do que nunca, a questão do jejum está em primeiro plano. Os gregos antigos falavam que o jejum desintoxicava e redirecionava energia àquilo que é mais importante. A música que ouvimos tem efeito em nossos comportamentos, você pode começar abrindo mão de ouvir músicas que embrutecem.

A Palavra nos edifica quando implantada em nós com mansidão, tirando todas as nossas dúvidas naquilo que precisamos. Quando enfrentamos lutas e desafios, precisamos declarar bênçãos e não pessimismos. Deus pode usar quem ele quiser e até uma mula para falar, mas quando temos a consciência de que a Palavra dEle é poder dentro de nós, não corremos atrás de recursos terrenos. A prioridade é se colocar diante do Senhor.

Isso me fez lembrar de Andrew Garfield, um soldado médico que participou da Segunda Guerra Mundial, nos surpreendendo por ter salvado muitas vidas sem pegar numa arma sequer. Se você deseja saber da história, sugiro que procure o filme do Mel Gibson “Até o último homem”.

Assim,  se identifique com uma história ou uma situação como a sua, pois parte da Palavra de Deus diz respeito a sua vida e seu momento e lhe deixará feliz ao se ver envolvido com ela. Se você se encontra no dilema em que não sabe o que fazer, por não ter a Palavra implantada dentro de você, não permita que o medo seja uma barreira entre você e Deus.

O que de pior pode acontecer?  É útil pensar em exercitar o jejum, veja o que está vindo para sua vida de impureza, acúmulo de maldade e todo tipo de problema, reserve-se a colocar diante do Senhor com mansidão.

Não saia desesperado, não machuque e não grite com ninguém e nem saia de madrugada pedindo para que orem por você. Tenha um ato de amor a Deus e neutralize suas preocupações antes que isso se acumule a uma série de outros fatores e se transforme numa ansiedade. O conselho que lhe dou não é um reforço para que você desista, mas para que você recite a Palavra.

Quando nós jejuamos, ficamos mais perceptíveis ao mundo espiritual e nos desintoxicamos. O jejum é uma privação para que sejamos sustentados pelo maná que vem do céu. É uma disciplina espiritual porque purifica o corpo, a mente e a alma.  As privações na vida são para que Cristo venha com uma provisão celestial para nos dar a entender. Tenha convicções do caráter de Deus e isso ninguém pode fazer por você. É o tempo de entrar na dimensão do jejum para entregar o governo de sua vida a Cristo!

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