Imagem de internet.

Por Thais Rocholi

Estamos imersos numa sociedade de mentalidade hegemônica anticristã. Jornais e jornalistas estão absortos em reproduzir essa cultura ácida e devastadora. Entretanto, temos a tendência em acreditar de que eles tem apenas suas observações num comentário mesmo que não aceitemos ou concordemos. Sem relativismos, respeitamos a opinião.

Na verdade, o que se ver é que na maioria dos casos, os jornalistas são apenas parte do emblema ideológico que carregam, com exceção de alguns poucos. É fato de que se você defende causas conservadoras, reverberam por parte de alguns jornalistas vendidos os fatos negativos, se calando quanto aos positivos.

No que toca às empresas jornalísticas, a lógica segue um curso um pouco diferente de seus jornalistas. Os jornais vivem do quanto arrecadam com vendas, propaganda e outros aportes. A grande mídia se orienta por interesses mais comerciais e, isso se comprova quando os assuntos atraem a atenção de seu público.

Sejamos sinceros quanto ao mundo de hoje que beira a mediocridade coletiva para que se perpetue o poder dos grandes. Quem está na cúpula da hierarquia, não deseja que os que estão abaixo procurem refletir com consciência quanto a liberdade.

E nem adianta falar que a universidade é o melhor lugar para você ser a pessoa mais esclarecida e criativa. Se isso fosse verdade, não haveria tantas pessoas com diplomas na mão e sem emprego, observe que ainda muitos que se encontram nessa condição devem financiamento universitário.

Ao considerarmos o que está acontecendo na agenda Globalista, vemos que em obediência ao regime ditatorial chinês, a Apple removeu em outubro de 2021 um aplicativo de grande popularidade entre os chineses o The Olive Tree Bible. A notícia foi de que as autoridades chinesas alegaram que o aplicativo violava as leis que proíbem o uso de textos ou materiais religiosos.

Assim, a empresa foi obrigada a fornecer uma licença ressaltando a autorização do governo chinês apenas para distribuir o aplicativo com conteúdo de livro ou revista.

Somos brasileiros e não devemos desistir nunca do verde-amarelo da nossa bandeira democrática. É verdade que algo parecido está suscetível a acontecer em nosso território se o comunismo entrar. A ideologia comunista já tem raízes no Brasil e avança por meio de partidos de esquerda.

Não pretendo fazer nenhuma campanha política, mas há um alerta quanto aos perigos que circundam o Congresso e o Senado brasileiro, especialmente se houver espaço para o comunismo se infiltrar ainda mais ferrenho com a intenção de implementar leis semelhantes que regulem conteúdos nas mídias.

Obviamente que a estratégia que muitas empresas adotam hoje, levantando a bandeira do politicamente correto, na realidade está mais do que arraigado em fingir defender causas sociais e identitárias que não é nenhuma novidade.

Vamos pensar nas propagandas feitas por empresas para incentivar o feminismo no fim do século 19 e começo do século 20, nessa época o cigarro foi utilizado como símbolo da chamada primeira onda feminista.

Há de se ressaltar que o mercado dos vícios era limitado ao público masculino, sobretudo o cigarro, cujo público da publicidade era o homem. Em Nova Iorque  e outras cidades, o tabagismo feminino chegou a ser ilegal e até as mulheres flagradas fumando publicamente podiam ser multadas.

Nesse caso, você deve estar querendo saber como as mulheres foram incluídas como potenciais clientes?

A mulher sempre foi vista como oprimida pelo homem e o ato de fumar como sua libertação. Mensagem inquestionavelmente incoerente, pois qual vício não nos torna escravos?

Porém, para jogar uma cortina de fumaça sobre o verdadeiro vilão, beira ao ridículo a suposta teoria que estigmatiza a mulher como um ser inferior. O recado dessa publicidade às empoderadas é: “Mulheres, mostrem ao mundo que são empoderadas! Libertem-se dos homens, fumem e nosso lucro estará garantido por muitos e muitos anos!”

Quase meio século de luta contra as drogas, vários governos estão incentivando a plantação  de cannabis em residências, iludindo a população com a ideia de se privilegiar o conceito de redução de danos, daí cofabulam de que as tragédias são menores e menos catastróficas do que se forem proibidas.

Se há algo que caracteriza o capitalismo lacrador, é o desejo de excluir, ironicamente, em nome da tolerância, diversidade, igualdade, etc., os indivíduos e grupos particulares de “seus” mercados e do mundo das corporações em geral.

No caso dos capitalistas lacradores, você será sempre excluído se não quiser abraçar todas as ortodoxias progressistas usuais ou, não seguir as regras do jogo da lacração para poder continuar trabalhando.

A cultura empresarial também é alimentada por alguma hipocrisia séria por parte de líderes empresariais proeminentes. Em muitos casos, vemos o reflexo do espelho das suas obras caridosas de aceitação do Evangelho do humanitarismo sentimental. É mais do que suficiente dizer que eles dificilmente são os únicos adeptos da nova fé.

Perceba o seguinte, os capitalistas lacradores têm conexões impecáveis ​​com a classe política e são capazes de gerar muito lucro por trás de suas crenças.

Por ser isso o que ocorre no mercado e na política, os comunistas são muito bons em vender ilusões. E com seus cantos de sereia, querem nos atrair com promessas de paraíso na Terra.

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