A Sétima Bela Arte e sua influência no Brasil

Por Thais Rocholi

Quando acontece a colisão entre a velha e a nova mídia é porque começa, então, a proliferação para destinar afeto para um outro tipo de mídia. No que toca esse aspecto, particularmente, estão dentro clusters sinérgicos.

Uma verdadeira Matrix como filmes, jogo de computador, anime, cosplay, história em quadrinhos, por exemplo, Turma da Mônica, Zé Carioca, ou filmes, como Razão e Sensibilidade, Cinderela, A Pequena Sereia a fim de influenciar pessoas na construção de comunidades identitárias. O perigo faz parte da “diversão” de muitas crianças e antes de gritar “aiê”, é preciso que haja cuidados de adultos.

E se você escreve, com base em fatos reais e educativos de valores, há quem fique à “espreita” de todos os seus passos para te cancelar. É impossível agradar a todos, mas se você não agrada, a participação de quem não é fã é bem maior do que a dos próprios fãs.

O termo cinema é o apócope de “cinematógrafo”” (do grego κ? Νημα kín? Ma , “movimento” e γρ? Φειν gráphein , “escrever”), nome escolhido por Léon Bouly em 1892 para o dispositivo ao qual ele apresentou a patente. O termo em si é abreviado na linguagem coloquial para “cine”.

Adoro cinema e sempre que saía de uma sessão, comprava pipoca quentinha em saco de papel, mas que hoje já não é tão saborosa quanto a da minha infância e nem são mais uma delícia. Desculpe para quem adora crack de isopor.

Como em todos os empreendimentos artísticos, uma obra cinematográfica, ou um filme é, geralmente, feito para atender a um público, numa sala de exposição dedicada somente a isso, muitas vezes chamada de “cinema”.

Entre os anos de 1941 a 1954 – Era de ouro do cinema e reestruturação de Hollywood à medida que a Grande Depressão de 1930 possibilitou a chegada de novos públicos e novos cineastas, a II Guerra Mundial trouxe novos tipos de filmes.

Com valores de produções e tecnologias de cinema disponíveis e mais acessíveis, o público desfrutava de comédias, filmes de humor pastelão e de gângster, mesmo com poucas ofertas de ficção científica.

Estrelas como Abbott e Costello, Humphrey Bogart, Audrey Hepburn, Fred Astaire e outros de Hollywood, tornaram-se um fenômeno mundial e criadores de tendências. Uma vez que isso acontece, o cinema indiano mudou promissoramente e se tornou ainda mais popular e inovador. É claro que naquela época havia uma maneira mais sofisticada de comer pipoca, embora não seja daquela época.

Como reflexo das culturas e preocupações nacionais, o filme hoje é instrumento de propaganda de massa. Face às questões que estão inter-relacionadas ao longo da história do cinema, vemos a hegemonia econômica e cultural de Hollywood de um lado, e, por outro lado, as tentativas de cineastas de outros países e daqui do Brasil tentado estabelecer cinemas nacionais com base em suas próprias culturas e sociedades.

Houve de uns tempos para cá, uma grande ascensão ao domínio do cinema de Hollywood nos primeiros períodos de som silencioso.   Alguns dos filmes americanos desde a Depressão até o fim da Guerra Fria, especialmente aqueles encontrados nos filmes de faroeste e noir, passaram a ser usados ​​como veículos para explorar questões centrais sobre sociedade e política.

Esses filmes que não se limitam apenas aos norte-americanos, mas também de países europeus no período que pega o final da I Guerra Mundial até o final da II grande Guerra, exibiam as propriedades formais e estéticas do modernismo. Foi o surgimento dos chamados “novos cinemas” da Europa e do resto do mundo que começou a ser explorado também nos anos de 1960.

A arte estaria relacionada a subjetividade do bom gosto? A arte tem sentido?

Podemos refletir que a arte é uma expressão da criação de Deus através das mãos humanas. Uma forma de nós nos expressarmos.

Vamos pensar com um artista muito importante na cultura ocidental, o Leonardo da Vinci:

“A lei suprema da arte é a representação do belo”.

O filme, quando belo, manifesta a plenitude da perfeição e conexão de todas as artes, o que não exclui também a ópera. Todavia, porém, realizava a plenitude à sua maneira, um pouco diferente por se refletir menos ampla e menos sistemática.

O artista procura adotar a razão, criando algo que pode guiar o ser humano para a beleza, que nos move à verdade e ao bem. Entendemos a arte como a inclinação criadora do homem para representar o que sente, como vê a realidade e os conceitos que não consegue expressar em palavras.

A tragédia é uma imitação ou representação mimesis de uma ação nobre que levamos à cabo até certo ponto. E isso acontece de acordo com os trechos da história que visam fortalecer a civilização.

A esperança é que você entenda que as obras de arte são uma imitação que perpassa as personagens do drama que mesmo despertando piedade e medo, opera a catarse, com a purificação ou purgação dessas mesmas emoções.

Quando os primeiros filmes experimentais começaram a aparecer nos laboratórios de inventores de filmes de todo o mundo, já com tudo organizado, os criadores de filmes passaram a explorar o cinema para ideologizar as histórias, apresentando ao público versões divergentes da realidade a fim de impor sua visão de mundo para a sociedade.

Seria uma ilusão não dizer que o Brasil foi um país muito influenciado pela indústria cinematográfica, pois durante as décadas de 20 e 30 o cinema brasileiro buscava se reinventar. Essa época foi o auge da expansão com a publicação das revistas de cinema “Para Todos”, “Selecta” e a “Cinearte”. Mas só na década de 30 foi o marco do surgimento do grande estúdio cinematográfico do Brasil, a Cinédia.

A primeira exibição de cinema da história do país  foi no dia 8 de julho de 1896, no Rio de Janeiro, na Rua do Ouvidor, com  a mostra de curtas que retratavam o cotidiano da vida europeia, com patrocínio dos irmãos italianos Paschoal Affonso e Segreto, considerados os primeiros cineastas brasileiros.

No dia 19 de junho de 1898, os irmãos fizeram seus primeiros filmes em terras brasileiras, na Baía de Guanabara. Tão importante para que se marcasse essa data como o Dia do Cinema Brasileiro, apesar de não haver nenhuma gravação original no acervo.

Um ano depois, Paschoal Segreto faz um filme sobre São Paulo durante a celebração da unificação da Itália.

Para testar ainda mais seus conhecimentos sobre cinema, saiba que as quatro primeiras produções nacionais foram filmadas entre 1897-1898, dentre os filmes estão:

  • Ancoradouro de pescadores na Baía de Guanabara;
  • Chegada do trem em Petrópolis;
  • Bailado de crianças no colégio, no Andaraí;
  • Uma artista trabalhando no trapézio do Politeama.

Em 1899, o italiano Vittorio di Maio abriu a primeira sala de cinema em São Paulo. Nessa mesma época, os filmes que eram passados abordavam o cotidiano do povo carioca.

Conclui-se que até hoje, e pelo fato do cinema ter mais de 100 anos de experiência, o Brasil tem sido dominado pelas produções hollywoodianas, devido ao aporte de maior qualidade técnica e roteiros mais bem elaborados que vem mudando sua moda em quase todas as décadas de sua história.

O fator que justifica o fortalecimento da indústria cinematográfica norte-americana são as baixas tarifas para a reprodução dos filmes no Brasil, além de oferecer investimentos massivos.

4 respostas para “A Sétima Bela Arte e sua influência no Brasil”

  1. Gosto muito dos artigos publicados pela Thais… São inteligentes, muito esclarecedores, de bom gosto e vale a pena acompanhar…Meus parabéns!!!!

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  2. Very nice and hope to change the community and bring out something enlighten to our well beings, I so much love this you created my dear one,and may God continue to bless you with wisdom as to help you and teach the world the yet to come 💓

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    • Obrigada, caro Austin… A intenção desses escritos é motivar para uma nova perspectiva de enxergar o mundo, embora não traga soluções para muitos problemas. Continue acompanhando o blog que em breve terá novidade vindo por aí!

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