Por Thais Oliveira

“Meu corpo, minhas regras.” Quem nunca ouviu esse slogan antes? Mas qual o significado destas quatro palavras?

Numa época em que o feminismo está em alta devido ao acesso de informação na internet, o hype do feminismo facilitado pelas redes sociais digitais que deuCamille Paglia é contra a Marcha das Vadias__Não se chame de vadia a não ser que você estejapreparada para viver e se defender como tal_, diz ela (1) vazão do tema  ao mainstream com o movimento da Marcha das Vadias, se manifesta com palavras de ordem: “Meu corpo, minhas regras”. Com campanhas publicitárias para temas relacionados ao aborto, parto humanizado, violência contra a mulher, assédio nas ruas, cantadas e exposição do corpo feminino na publicidade em geral, e, principalmente, no Carnaval, quando a  vinheta da mulata nua de corpo pintado dançando na televisão é destaque nacional e internacional. Bom! Hoje melhorou um pouquinho, está mais vestida, mas era o que marcava o início do Carnaval.

Você deve está pensando: “De nada adianta saber, já foi pior!” E quando se toca no assunto, muita gente fala que é repressão sexual como traços de uma falsa moralidade.  E assim, quem quer conquistar admiração, passa a expressar a sexualidade expondo o corpo com a aceitação espontânea de sexo desaprovado pelo padrão universal, sendo visto ou classificado indefinidamente como alguém com expressão libertadora. No passado, quando  muitas mulheres sentiam vergonha em  expor o corpo na praia, aquelas que participavam de desfiles de  escolas de samba eram consideradas ousadas e subversivas. Tal comportamento manifestado por tais mulheres passavam a ideia de liberdade.

No que toca a atmosfera de liberação sexual, indaga-se dentro do âmago de uma outra classe: Essa forma de manifestar a sexualidade na verdade não é uma objetificação da mulher como mercadoria de consumo?   Acredito que foi por isso que a propaganda da emissora de TV passou a deixar a mulata mais cobertinha.

Primeiro, precisamos reconhecer que é comum que muitas pessoas tenham problemas relacionados ao corpo que perturbam a mente. Seja o aborto, o entretenimento com drogas,  a vontade de cometer suicídio, a prostituição, a amputação voluntária ou a cirurgia de mortificação de gênero.

Dentro destas questões, tais palavras “Meu corpo, minhas regras” é o que irá  determinar aquilo que você acredita e de que lado destes debates você se encontra.

A realidade dos fatos é que o ser humano jamais é livre se for dominado pelas compulsões. Suas ações não podem ser motivadas por forças sociais que vão além da sua vontade. Se você se considera um ser autônomo neste sentido, com força de vontade, tendência para afirmar aquilo que você quer de fato, não pode ser escravo de seus desejos.

Já pelo contrário, você se considera um ser humano realmente livre, racional em determinadas situações, livre dos impulsos dos instintos, terá que obter uma educação virtuosa. Você precisa ser educado para controlar sua natureza, seus impulsos, etc., longe de ser uma educação liberal que motiva a pessoa a seguir sua vontade e seus impulsos instintivos.

Quando a sociedade diz que o indivíduo é livre para seguir tudo o que ele deseja, desde que não machuque ninguém, é uma sociedade que forma um indivíduo moralmente fraco. A pressão  quanto ao consumo ou à sedução sexual mediante ao eixo do liberalismo é algo que jamais poderá ser contida por um bloqueio ou disciplina dos desejos.

Obviamente que diante do feminismo machista, que nega o feminino para afirmar a mulher,  o que mais choca é que a mulher só é emancipada quando adota um comportamento dos defeitos dos homens.

Ser uma pessoa meiga, suave, doce e feminina com vocação para acolher e gerar vida são sinais de fraqueza. É terrível quando se fala que a exaltação de tais comportamentos inerentes à mulher é ideologia alienante e coisa de opressores ou de machistas  querendo posar de santo.

Não se deixe enganar, uma ideologia que enaltece o prazer a qualquer preço só gera desordem na sociedade do lazer irresponsável que não alcança nada além do fracasso.

Se você procurar o livro de Aldous Huxley, Admirável Mundo Novo, verá que o  liberalismo não apenas permite, como dá estimulo e entrega de mãos beijadas toda sorte de prazeres, tais quais sexo livre, drogas, viagens e bens de consumo, desde que você  não procure questionar e nem pensar.

Your body your rules?

By Thais Oliveira (Thais Rocholi)

“My body my Rules.” Who has never heard this slogan before? But what do these four words mean?

At a time when feminism is on the rise due to access to information on the internet, the hype of feminism facilitated by digital social networks that gave rise to the mainstream theme with the March of Sluts movement, manifests itself with slogans: “My body, my rules ”. With advertising campaigns for themes related to abortion, humanized childbirth, violence against women, harassment in the streets, singing and exposure of the female body in advertising in general, and, mainly, at Carnival, when the vignette of a naked mulatto with a painted body dancing in the television is a national and international highlight. Good! Today she improved a little, she is more dressed, but that was what marked the beginning of Carnival.

You must be thinking: “There is no point in knowing, it was worse!” And when it comes to the subject, many people say that it is sexual repression as traces of a false morality. And so, whoever wants to gain admiration, starts to express sexuality by exposing the body with the spontaneous acceptance of sex disapproved by the universal standard, being seen or classified as indefinitely as someone with liberating expression. In the past, when many women were ashamed to expose their bodies on the beach, those who participated in samba school parades were considered bold and subversive. Such behavior manifested by such women conveyed the idea of ​​freedom.

As far as the atmosphere of sexual liberation is concerned, one wonders within the core of another class: Isn’t this way of manifesting sexuality really an objectification of women as consumer goods? I believe that is why the TV station’s advertising started to make the mulatto woman more covered.

First, we need to recognize that it is common for many people to have problems related to the body that disturb the mind. Be it abortion, entertainment with drugs, the desire to commit suicide, prostitution, voluntary amputation or surgery for gender mortification.

Within these questions, such words “My body, my rules” are what will determine what you believe and which side of these debates you are on.

The reality of the facts is that the human being is never free if he is dominated by compulsions. Their actions cannot be motivated by social forces that go beyond their will. If you consider yourself an autonomous being in this sense, with willpower, a tendency to affirm what you really want, you cannot be a slave to your desires.

On the contrary, you consider yourself a truly free human being, rational in certain situations, free from instinctual impulses, you will have to obtain a virtuous education. You need to be educated to control your nature, your impulses, etc., far from being a liberal education that motivates a person to follow his will and instinctual impulses.

When society says that the individual is free to follow whatever he wishes, as long as he does not hurt anyone, it is a society that forms a morally weak individual. Pressure on consumption or sexual seduction through the axis of liberalism is something that can never be contained by a block or discipline of desires.

Obviously, in the face of sexist feminism, which denies the feminine to affirm the woman, what is most shocking is that the woman is only emancipated when she adopts a behavior of the defects of men.

Being a gentle, gentle, sweet and feminine person with a vocation to welcome and generate life are signs of weakness. It is terrible when it is said that the exaltation of such behaviors inherent to women is alienating ideology and something of oppressors or sexists wanting to pose as a saint.

Don’t be fooled, an ideology that praises pleasure at any price only creates disorder in the irresponsible leisure society that achieves nothing but failure.

If you look at Aldous Huxley’s book, Brave New World, you will see that liberalism not only allows, but gives all kinds of pleasures, such as free sex, drugs, travel and consumer goods, as long as don’t try to question or think.

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