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Por Thais Oliveira

O feminismo, sobretudo a sua perspectiva no empoderamento da mulher, tem contraído um papel dominante frente a possibilidade das mulheres de atuarem em seus relacionamentos interpessoais com delicadeza maternal, afetuosidade,  meiguice e beleza interior.

Com o propósito de conquistar um lugar no mercado de trabalho, ou talvez alardeando competir com os homens, muitas mulheres aderiram para si um comportamento “machificado”, desenvolvendo uma atitude artificial que as tornam amargas e de difícil relacionamento. Sinto que as mulheres podem sim buscar seu espaço nos estudos, no mercado de trabalho e lutar pelos direitos lícitos.  Como certas mulheres com dinamismo, acredito  que posso dar uma contribuição especial à cultura, por termos desenvolvido uma cultura  que edifica e aperfeiçoa, em perfeita sincronia aos cuidados com a vida, com a organização doméstica e com a sobrevivência das crianças e velhos. Na verdade, acho estimulante ajudar as pessoas dessa forma, cuidar bem dos outros dá trabalho!

Mais importante, as primeiras feministas lutaram pelo voto, não pelo fato de querer assumir o papel dos homens. Ainda que o principal motivo tenha sido   a tentativa de que o papel das mulheres fosse respeitado e até celebrado! Todos os aspectos da feminilidade, como a capacidade de engravidar e trazer vida ao mundo, foram marginalizado pela sociedade. Com  interesses políticos, tal qual o direito à educação, as feministas  tinham a crença de que poderiam contribuir inquestionavelmente para o seu mundo.

É o que digo! A visão de mundo do feminismo  atravessou quase todas as questões da vida, educação e cultura. É notório ver como os homens são retratados em filmes e séries,  sendo verdadeiros palhaços encantadores e simpáticos, nas comédias como seres entediantes e lerdos. Em colégios, percebe-se a forma com que os meninos são punidos e desclassificados por não serem independentes como as meninas. Isso pode ser visto num discurso politicamente correto que visa alterar a forma com que as pessoas pensam, provocando uma verdadeira perseguição face à escolha de palavras.

A vertente do feminismo  mudou o rumo no início dos anos 1960. Enquanto as primeiras feministas queriam festejar a feminilidade bíblica, a “Segunda Onda” estava por toda parte querendo ignorar. Dentro da sociedade política e econômica, elas não queriam que houvessem diferenças entre os  homens e as mulheres. Aos poucos foi se abespinhando uma influência mentirosa nas mulheres de que elas não eram diferentes em nada dos homens e que viveriam melhor se deles não dependessem.

Sinceramente, é preocupante o fato de que muitas mulheres cristãs em defesa da igualdade  têm descartado qualidades e virtudes  pertinentes à feminilidade.

A feminilidade é um atributo que passa pela ordem da criação, porém ainda é cheio de controvérsias nos estudos feministas.

Em geral, o cristianismo quase sempre é apresentado nas universidades, especialmente em debates que abordam o tema “mulher”,  como uma religião abusiva.  Há vários motivos:  um deles, porque o cristianismo é sagrado, ensina as diferenças e atribuições entre homens e mulheres, no propósito de que um deva se submeter ao outro. Logo, a visão deturpada que se tem da Bíblia é que o cristianismo ensina que as mulheres são inferiores aos homens. Outro motivo que se levanta é que Cristo era homem, então Ele não é capaz de entender o que significa ser mulher. E até o fato da linguagem da Bíblia ser orientada para homens, portanto patriarcal, é considerado algo estritamente ruim, devendo ser desconsiderada ou alterada.

Tal alegação explorada pelo feminismo  causa males nos relacionamentos que surgem  nas universidades, quando muitas mulheres são persuadidas de que em seu namoro heterossexual parecem estar correndo sério risco de serem estupradas, pois todos os homens são estupradores latentes que não se pode confiar.  E para variar, até mesmo um simples elogio atribuído à uma mulher é considerado sexista e inaceitável. Foi o que aconteceu numa cena que vi na universidade a algum tempo atrás, quando uma mulher que, obviamente não tem próstata, estava usando uma saia e foi surpreendida com um assobio de um rapaz  que lhe atribuiu valor ao visual. A garota saiu reclamando no projeto de enfrentamento à violência contra a mulher: “Acabei de ser estuprada!”

Tratar com desprezo a glória da masculinidade é rejeitar a própria imagem de Deus. Tratar com desprezo o tesouro da feminilidade é rejeitar o que a Bíblia chama de glória do homem. Eis o problema do feminismo: rejeitar o que Deus chamou de bom. É um exagero se abordar as desigualdades de viver em um mundo caído. É uma rebelião contra o direito de Deus de ser Deus e nossa responsabilidade de nos submetermos alegremente a Ele!

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