O princípio da corrupção

01

Por Thais Oliveira, @thaisrocholi

 “Vaidade de vaidades, diz o pregador: Tudo é vaidade. Que proveito tem o homem, de todo o seu trabalho, que faz debaixo do sol? Uma geração vai, e outra geração vem; mas a terra para sempre permanece.” Eclesiastes 1:2-4

Algumas vezes, quem está no poder é presa fácil da vaidade. Há no entanto, dois significados: o primeiro, há quem se acredite superior aos outros, ou mais simples, com  mais beleza externa, encanto, inteligência e muito engraçado. O segundo significado é  de que tudo isso é vão e inútil. Pura vanglória!

Mais de 2 mil anos pensa-se filosoficamente sobre a vaidade.

Com o passar dos anos, perdemos tudo o que nos é exterior, mas será que conseguimos manter o nosso valor interior?

Thomas Hobbes diferencia o vaidoso daquele que reconhece em si o seu valor real, ou justa glória, o contrário de vã glória!

Quem sabe o quanto vale, de nada se orgulha, porque não importa ser reafirmado o tempo todo!

Para que se importar em buscar admiração de quem não admiramos? Respeitar as pessoas é um dever, mas fazer questão de ter reconhecimento de quem é bajulador não merece consideração!

Interesse verdadeiro vem da razão, é mais imparcial.  O problema de ser vaidoso é que a pessoa acaba por atrair vãs paixões. Sucesso passageiro por excesso  de purpurinas!

Todo aquele que se entrega à vaidade nunca estará preparado para dias difíceis, pois a vida é um círculo, uma hora estamos por cima, outra por baixo, mas o que prevalece é a beleza interior!

Pode Copi@r!

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: