Projeto de Vida no melhor dos tempos…

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@thaisrocholi

Por Thais Oliveira

Mesmo num mundo em que vivemos hoje, cada dia mais complexo, é possível planejar ao máximo, tal abordagem de planejamento pode ser concebida num ato de organização, visando o alcance dos objetivos que serão os definidores do futuro. Para isso, é necessário, sede, desejo e garra para mudar a vida! Sem isso, não há  Projeto.

Mesmo quando não há alternativas de planejamento, sem a consciência do presente e um entendimento do passado, sem uma boa dose de autoconhecimento, haverá repetições de situações e erros de comportamentos que se pretende alterar. Assim, vive-se num circulo vicioso de equívocos cometidos no passado.

 O que é necessário então? Somente garra e força de vontade?

Não é tão fácil assim. Toda mudança de comportamento exige estratégias, investigações, bem como analisar quem você era no passado e quem você é hoje! Tenho aprendido a não viver de passado, mas quero sim, aprender com ele, acredito que a cultura da moderação, a atenção esmerada à alimentação  e ao estilo de vida se adaptam perfeitamente ao mundo de hoje!

As nossas escolhas expressam a nossa humanidade!  A nossa existência individual, segundo o filósofo espanhol  Gasset, está associada a um projeto de vida que é  impulsionado à  nossa vocação implicando numa imagem de vida individual e única. O ser humano é uma espécie de inventor da sua vida, tudo o que fazemos das circunstâncias vividas se transforma num projeto, numa história.

O projeto de vida transcende nossos limites de pensamentos e se relaciona também com o mundo.

Hannah Arendt em seu livro: Homens em Tempos Sombrios, aponta que só o fato de nossa existência  e trabalho construírem o mundo e os relacionamentos sociais, afetivos e psicológicos, pode sim ser considerado uns dos ícones que dão sentido à vida em nossa condição humana de existência. No livro há  três dimensões sobre o projeto de vida:

  • Labor: esforço físico e mental;
  • Trabalho: produção de bens permanentes na vida mundana;
  • Ação: possibilidade da construção da história subjetiva e social pelas trocas e laços que o trabalho em sua totalidade permite.

A falta de uma vida ativa gera uma vida sem sentido e uma situação de vulnerabilidade social. Mesmo que o trabalho possa gerar a alienação para alguns,  pode ser uma ponte para emancipação. Todo trabalho que fazemos na vida é o ambiente dos projetos de vida, onde canalizamos nosso potencial para uma vida ativa.

Já pensou em articular seu passado com o presente e o futuro? Essa é uma dica de como pode ultrapassar aquilo que se opõe a você e o mundo social, organizando meios e recursos concretos que servirão de impulso para as aspirações e objetivos individuais,  dentro das suas possibilidades e limitações!

Pode Copi@r!

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